PF apreende aviões e prende 13 pessoas em Goiânia durante operação contra tráfico internacional de droga.
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Aeronaves eram usadas para o transporte das drogas da Colômbia e da Bolívia para o Brasil, Estados Unidos e Europa. Suspeita é que o grupo tenha movimentado R$ 13 milhões em menos de 2 anos.
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A Polícia Federal prendeu 13 pessoas e apreendeu aviões em Goiânia durante uma operação contra o tráfico internacional de drogas, nesta quinta-feira (21). O entorpecente era transportado em aeronaves da Colômbia e da Bolívia para o Brasil, Estados Unidos e Europa. A suspeita é que o grupo tenha movimentado R$ 13 milhões em menos de 2 anos.
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Segundo as investigações, dois dos envolvidos eram um piloto que morreu na capital após a queda de um avião no Pará e o pai dele, que faleceu no acidente.
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As investigações que culminaram na Operação Flak começaram há dois anos. A polícia verificou que, entre março de 2017 e outubro de 2018, foram feitos pelo menos 23 voos levando em média 400 kg de cocaína por vez. No entanto, a polícia suspeita que o grupo agia desde 1999.
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Mais de 50 suspeitos devem ser presos e 47 aeronaves apreendidas durante a ação, que acontece em sete estados e no Distrito Federal. A operação envolve 400 policiais, e conta com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Grupamento de Rádio Patrulha Aérea da Polícia Militar de Goiás. Os mandados foram expedidos pelo juiz federal Pedro Felipe dos Santos, da 4ª Vara de Palmas.
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De acordo com as investigações um dos envolvidos na organização criminosa era o piloto Cristiano Felipe Rocha Reis, que morreu em Goiânia após uma queda de avião no Pará. Ele era sobrinho do empresário João Soares Rocha, que seria dono da empresa de aviação e responsável por escolher a tripulação que realizaria o transporte da droga. João foi preso no Pará.
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Outro citado como integrante da operação é Evandro Geraldo Rocha dos Reis, pai de Cristiano, e que morreu na queda do mesmo avião em que o filho estava.
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Os investigados devem responder por tráfico transnacional de drogas, associação para o tráfico, financiamento ao tráfico, organização criminosa, lavagem de dinheiro e atentado contra a segurança do transporte aéreo.
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Ainda segundo as investigações, o esquema teria ligações com traficantes como Fernandinho Beira-Mar e também Leonardo Dias Mendonça, que cumpre pena em Aparecida de Goiânia. João Soares é investigado por lavar dinheiro e ter sociedade com os dois homens, que já cumprem pena por tráfico.
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Fonte: G1 Goiás
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